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A frequência escolar

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Esse meu post é sobre a nossa frequência escolar, que muitas vezes é rara. No meu caso, quando estudava na CCV não era caso de bullying, nada disso. Eu não tinha diagnóstico ainda, mas era nítido que precisava de mais apoio. E isso eu tive tanto de minhas colegas inesquecíveis, como de minha querida professora.

Em escolas anteriores, eu tentava me adaptar como podia e sempre amei estudar. Mas é difícil ir todos os dias quando tudo é um caos sensorial e de preconceito. E, no meu caso, era mesmo sensorial e dificuldade social, principalmente depois de uma semana de provas.

Em outras escolas, era sim por medo, por bullying. E hoje recebo mensagens de mães dizendo que seus filhos têm medo de ir para a escola, como uma amiguinha amada que chora e já tem trauma, pois no caso dela não acreditam! Quando a empurram, xingam e beliscam.

Ela e toda criança deveria apenas se preocupar com o que cairá na prova e o que iria brincar no recreio. Mas, não. Ela tem que se preocupar com a própria integridade! Os alunos atípicos precisam sim ir para a escola, mas essa escola precisa ser um lugar acolhedor, como um lar de aprendizes. E não de suportar apenas. Precisamos enxergar esses alunos que tentam como podem!

Muitas vezes, o choro e o não gostar da escola têm uma história não contada . É preciso acolher bem e prestar atenção no ambiente escolar, pois merecemos inclusão de qualidade! 

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