A inclusão real existe — e, quando acontece de verdade, não custa nada além de querer fazer.
Em novembro, acompanhei a viagem pedagógica do Rafa, meu filho, para Atibaia, uma experiência em que as crianças vivenciam os jogos gregos e participam de modalidades inspiradas nos povos da época. As equipes são formadas aleatoriamente, reunindo alunos de diferentes escolas.
Rafael ficou na equipe de uma professora de Atibaia, a quem não conhecíamos. E, desde o primeiro momento, a professora Samantha se colocou presente e disponível:
“Deixa ele comigo.”
Uma frase simples, mas carregada de segurança, acolhimento e humanidade.😊
E, como se não bastasse, havia outro menino chamado Rafael na equipe — um garoto incrível que logo disse:
“Pode deixar que ele fica perto de mim.”
Incluir é isso.
É estar atento.
É estar disponível.
É enxergar o outro com os olhos do coração, antes do diagnóstico, além das diferenças.
São gestos assim que constroem pertencimento — e que fazem toda a diferença na vida de uma criança.
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O que eu mais gostaria é que momentos e pessoas assim fossem rotina e não exceção. Do meu lado de cá, sigo no meu propósito de levar informações e práticas inclusivas por onde eu for.
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E você aí, tem feito a diferença na vida de pessoas com ações inclusivas?