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Cuidemos das mães atípicas

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Antes que o corpo grite, antes que a mente desabe, antes que seja tarde: precisamos cuidar das mães atípicas.

Elas sustentam rotinas exaustivas, enfrentam julgamentos silenciosos e adoecem sem que ninguém perceba. A sobrecarga não é força, é risco. E o abandono institucional e social pode virar tragédia.

Falar sobre isso é salvar vidas. Cuidar de quem cuida é um ato de amor ao próximo.

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