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Diagnóstico não se banaliza

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Não podemos banalizar o diagnóstico, que no caso do autismo, a depender do nível de suporte, é muito complexo. E o diagnóstico diferencial ainda é uma ferramenta distante do contexto econômico e social no nosso país. Famílias mais vulneráveis economicamente mal têm acesso a um médico especialista. Portanto, não tem como romantizar o autismo no Brasil, esse é o meu ponto de vista! Muitos diagnósticos são negligenciados. Não existe só o autismo dentro dos transtornos do neurodesenvolvimento, temos outras questões afetando nossas crianças, nossos jovens e nossos adultos.  “Não é porque você tem um sintoma, como não socializar bem, por exemplo, que você tem autismo. Existem muitos diagnósticos errados. Então tem muita coisa pra gente estudar e observar sobre esse aumento de pessoas diagnosticadas com autismo”.

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