Muitos me perguntam: “Por que você não leva o Raelzinho até o portão?” A resposta é simples: estou construindo a independência dele.
Ensinar a abrir e fechar a porta do carro (um desafio que ele venceu!) e caminhar sozinho pela calçada até a escola é dar a ele as ferramentas para o mundo. Ele não apenas faz, ele ama sentir que eu confio na sua capacidade.
Não é sobre “deixar de lado”, é sobre observar de longe, com o coração batendo forte, garantindo a segurança enquanto ele conquista o próprio espaço. Ver um filho autista se tornar funcional e autônomo é a nossa maior vitória. “Pai, posso ir lá sozinho”? É música para meus ouvidos.