Compartilhe

Compartilhe

A epilepsia e o autismo são condições neurológicas distintas, mas podem ocorrer juntas em algumas pessoas.
A prevalência de epilepsia em indivíduos com autismo é maior do que na população em geral, variando de cerca de 5% a 46%, dependendo dos estudos. Neste caso, a ausência infantil, num quadro típico, são curtas, rápidas de duração, de segundos mesmo.

O tratamento para a epilepsia em pessoas com autismo geralmente envolve medicação antiepiléptica, terapia comportamental e outras intervenções personalizadas, dependendo das necessidades individuais do paciente.
É importante que o tratamento seja adaptado às características específicas de cada pessoa, e que seja supervisionado pelo seu neurologista infantil.

As crises epilépticas, como a ausência infantil, não são específicas em crianças autistas, mas neste post aproveito para alertar as famílias de crianças com TEA, pois conscientização sempre é o melhor caminho.

Veja também...

A comunidade autista no Brasil está profundamente consternada pela morte de Liliane Senhorini, a querida Lili, professora, ativista e mãe de três …

Há ainda escassez de estudos de alta qualidade quando falamos de psicoterapia com adultos autistas. Mais pesquisas precisam ser feitas. Porém, o …

No vídeo abaixo, Marcos Mion faz mais um alerta bastante importante. Agora, o apresentador, pai do adolescente atípico Romeo e um dos …

plugins premium WordPress