No dia 17 de março, estive na Câmara dos Deputados, em Brasília, ocupando um espaço que precisa, sim, ser nosso.
Defendi com firmeza a equipe multidisciplinar, o atendimento individualizado e plano de cuidado no SUS que respeite a realidade e a singularidade de cada pessoa com autismo, porque política pública não pode ser genérica, tem que ser efetiva.
Representatividade não é simbólica. É compromisso, é posicionamento e é luta para que as decisões em Brasília reflitam a vida real das nossas famílias atípicas em Xerém, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro e no Brasil.