18 de junho | Dia Mundial do Orgulho Autista

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Nem todo autista é tímido e evita exposição social por vergonha ou timidez. Timidez e vergonha podem estar presentes ou não. Treinar habilidades sociais também não significa “forçar” interações sociais. Treinar habilidades sociais no TEA não é fazer que uma pessoa autista alcance um “padrão não Autista” de interação (se é que isso existe).

Todo autista VAI PRECISAR de apoio e adaptações para interações sociais, vai precisar ser ensinado a interpretar sinais de forma mais lógica e racional e vai precisar ser ensinado a reconhecer seus próprios limites nestas interações. E que está tudo bem ter uma bateria social mais baixa, tá tudo bem também preferir ambientes mais calmos, tá tudo bem precisar de tempo e espaço para se recarregar e se regular, tá tudo bem adequar demandas sociais de acordo com os seus próprios limites.

Para melhorar habilidades sociais, interações sociais não podem se tornar aversivas. E forçar qualquer coisa, além do limite, coloca a pessoa autista sob estresse. E do que é aversivo a gente (todo mundo) tende a começar a fugir e, neste caso, a se isolar mais. Não faz sentido.

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