Não é sobre a clínica, é sobre você!
Ser gestor de clínica não é fácil. O dia a dia te engole: agenda cheia, equipe desalinhada, mãe cobrando resposta no WhatsApp, escola pedindo relatório “pra ontem”, paciente chegando com uma história que não cabe em protocolo nenhum… E você tentando dar conta de tudo sem perder o que mais importa: a qualidade do cuidado.
Eu também já vivi esse lugar.
E por muito tempo eu acreditei que a saída estava no “instrumento certo”, na técnica mais famosa, no padrão-ouro que ia finalmente organizar a clínica, reduzir dúvidas e trazer segurança.
Até que veio a virada de chave: não existe instrumento padrão ouro. Existe profissional padrão ouro.
O instrumento ajuda. A ciência guia.
Mas quem faz a diferença é o raciocínio clínico: a capacidade de ler o caso, integrar sinais, sustentar hipóteses, conversar com a família, alinhar com a escola, olhar para o corpo, para o ambiente, para a história… E não só para o diagnóstico.
E a interdisciplinaridade não começa na reunião.
Ela começa na porta da sala de terapia.
Desde o momento em que o paciente entra: como ele chega? como ele se regula? o que ele evita? o que ele busca? como a família se posiciona? que “pistas” o comportamento entrega antes de qualquer teste?
Quando você entende isso, você para de trabalhar no modo “apagar incêndio”.
Você começa a construir um modelo.
Foi isso que mudou a minha vida e a minha clínica, porque mudou a vida dos meus pacientes.
Mudou a forma como a equipe conversava.
Mudou a forma como os casos evoluíam.
Mudou a segurança das decisões.
Mudou o jeito de cuidar: com ciência e humanidade, com método e presença.
E é exatamente isso que eu ensino na Clínica 360: O Padrão Neuropsicolux.
Se você sente que a sua clínica tem potencial, mas falta método, direção e integração…
Pega na minha mão que eu vou te ensinar ao vivo o método da Clínica 360.
Dê seu próximo passo.