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Afinal, o “shutdown” no autismo é um estado de sobrecarga sensorial, emocional e cognitiva. Assim, pode levar a uma perda temporária da capacidade de processar informações. E de interagir com o ambiente. Dessa forma, durante um shutdown, a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) parece se desligar ou se dissociar do ambiente. Isso pode se manifestar como falta de comunicação, olhar vago e respiração atípica (mais lenta ou mais rápida). Com isso, a pessoa pode procurar se isolar, deitar-se no chão ou permanecer imóvel.

Por outro lado, o “meltdown” é uma crise mais explosiva com perda de controle emocional, geralmente em resposta a sobrecargas sensoriais ou emocionais extremas. Então, durante um meltdown, a pessoa com TEA perde o controle emocional. E pode manifestar comportamentos extremos, como gritos, choro, acessos de raiva e agressividade.

Em resumo, enquanto o “shutdown” é uma resposta mais interna e silenciosa à sobrecarga, o “meltdown” é uma resposta mais externa e visível. Porém, ambos são maneiras pelas quais uma pessoa com autismo pode reagir a situações estressantes ou sobrecarregadas.

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