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Seguir em frente é preciso

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Já ouviu que:
“Uma mãe empoderada de conhecimento, informação, articulação política/social, amor aos seus e respeito ao próximo muda a rota e protagoniza uma causa junto a outras mães?”.
Pois bem, quando estamos no lugar de uma maternidade atípica, buscar esse empoderamento torna-se visceral na garantia de direitos e real inclusão dos nossos filhos.
Meu papel desde 2014 tem sido empoderar essas mães e famílias autistas no Brasil politica, social e culturalmente.
Como aprendi? Aprendi na prática diária desse caminho chamado autismo! Nada é mais poderoso do que o amor por um filho(a). É ele que nos nutre na luta!
Podemos recuar às vezes, calar outras, observar mais um tanto, isso não significa que desistimos ou não estamos trabalhando. Muito desse trabalho fazemos nos bastidores da vida de cada família mais fragilizada ou vulnerável, dando o suporte necessário emocional para que ela siga em frente!
Seguimos!

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