Quem vê de fora sempre diz: “Nossa, mas nem parece autista!”.
O que ninguém enxerga é o esforço que a gente faz para segurar a barra em público e como a conta da sobrecarga chega alta quando entramos em casa.
Ser autista significa perder o filtro nas horas mais erradas, ter crises de riso em momentos de pura tensão (sim, até em velório!) e precisar de um “manejo” que quase ninguém entende.
Esse vídeo ficou engraçado, mas traz uma verdade profunda sobre o amor, a paciência e a neurodivergência.
@ketlynlimaa_ obrigado por ser meu porto seguro, por entender o que ninguém mais vê e por segurar a minha mão em cada crise.
E você que está assistindo: já passou por alguma situação parecida de “rir para não chorar”?
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