20/06 | 2 anos de Coletivamente

Compartilhe

O movimento deve ser funcional

Compartilhe

Nem tudo que parece progresso, de fato, é.

Quando pensamos em intervenções motoras para pessoas com TEA, precisamos ir além de movimentos “bonitinhos”, que só funcionam no ambiente terapêutico. O objetivo vai muito além da sala de atendimento: é sobre autonomia, funcionalidade e impacto real na vida dessa criança ou desse adolescente.

Se um movimento ensinado não ajuda o paciente a brincar no parque, subir uma escada ou até mesmo a se vestir sozinho, ele perde o seu verdadeiro propósito.

Por isso, na hora de planejar uma intervenção, pergunte-se: “Como esse movimento pode transformar a vida dele fora da terapia?”

O movimento precisa ser funcional para fazer diferença!

Veja também...

A filha recebe o diagnóstico e a mãe descobre o autismo logo depois. O subdiagnóstico ainda é muito comum, principalmente em mulheres. …

Autismo adulto: sabe o que mais destrói a qualidade de vida? No vídeo abaixo, eu conto um pouco sobre este processo vivido …

A Dorotea está preparando um novo livro… E quem pode ajudar a construir essa história são vocês. Cada livro nasce de uma …

plugins premium WordPress