Nem todos os dias a maternidade atípica é de superação e alegrias.
Aliás, a grande maioria dos dias são cinzas, pesados e cheio de obstáculos.
Lutamos diariamente pelo básico, aquele que já está garantido por lei e mesmo assim nos é negado.
Mães duplicam jornadas para pagar o que deveria ser resguardado pelo Estado.
Mães abrem mão de seus trabalhos para o cuidado dos filhos.
Mães, chamadas de guerreiras e leoas, sem emprego, sem suporte, sem rede sem cuidados, doentes e cheias de culpa por não ocuparem o patamar de responsabilidade que a sociedade joga em nossas costas.