Compartilhe

Ação inclusiva em Atibaia

Compartilhe

A inclusão real existe — e, quando acontece de verdade, não custa nada além de querer fazer.

Em novembro, acompanhei a viagem pedagógica do Rafa, meu filho, para Atibaia, uma experiência em que as crianças vivenciam os jogos gregos e participam de modalidades inspiradas nos povos da época. As equipes são formadas aleatoriamente, reunindo alunos de diferentes escolas.

Rafael ficou na equipe de uma professora de Atibaia, a quem não conhecíamos. E, desde o primeiro momento, a professora Samantha se colocou presente e disponível:
“Deixa ele comigo.”
Uma frase simples, mas carregada de segurança, acolhimento e humanidade.😊

E, como se não bastasse, havia outro menino chamado Rafael na equipe — um garoto incrível que logo disse:
“Pode deixar que ele fica perto de mim.”

Incluir é isso.
É estar atento.
É estar disponível.
É enxergar o outro com os olhos do coração, antes do diagnóstico, além das diferenças.

São gestos assim que constroem pertencimento — e que fazem toda a diferença na vida de uma criança.
.
O que eu mais gostaria é que momentos e pessoas assim fossem rotina e não exceção. Do meu lado de cá, sigo no meu propósito de levar informações e práticas inclusivas por onde eu for.
.
E você aí, tem feito a diferença na vida de pessoas com ações inclusivas?

Veja também...

A rede pública do Rio de Janeiro acumula cerca de 14 mil pacientes na fila do Sisreg à espera de avaliação para …

Você já percebeu como alguns filmes ficam com a gente mesmo depois que acabam? No universo infantil, muitas histórias são verdadeiras ferramentas …

O diagnóstico tardio no autismo raramente é um processo linear.Para muitos adultos, a primeira sensação pode, sim, ser de alívio. Como finalmente …