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Aplicar exercícios não basta

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Elaborar um plano de intervenção motora eficaz para pessoas com TEA vai muito além de simplesmente aplicar exercícios. O primeiro passo para isso é a avaliação, e ela começa no momento em que você observa o seu paciente. Não importa se você usa testes padronizados ou métodos mais informais, o importante é entender as necessidades específicas de cada criança. Só assim você vai conseguir traçar um caminho claro de evolução. E, sim, cada plano precisa de um objetivo específico, que seja possível de ser alcançado.

Mas um bom plano de intervenção não pode se limitar à clínica. Ele precisa generalizar. Não adianta ensinar uma criança a saltar dentro da sala de fisioterapia e esperar que ela não tenha dificuldades em outros ambientes, como em casa, na escola ou até mesmo em uma festa. O movimento, para ser realmente eficaz, deve se expandir para todos os cenários do cotidiano.

Outro ponto fundamental é envolver os pais nesse processo. Eles são os maiores aliados no desenvolvimento da criança, e sem a participação deles, o plano não vai ter sucesso.

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