A economia brasileira sofre quando ignora a diversidade do espectro.
Tudo está ligado: o suporte governamental na base (saúde e educação) permite o florescimento das habilidades; a adaptação no mercado de trabalho permite a autonomia financeira; e o amparo social garante a justiça para quem precisa de suporte contínuo.
Não buscamos uma solução única, mas uma arquitetura de oportunidades.
O incentivo governamental deve ser, portanto, cirúrgico: estímulos fiscais para quem emprega o talento técnico e redes de assistência robustas para quem precisa de cuidado humano.
Ao aplicar a equidade como motor, transformamos o autismo de uma barreira social em um ativo estratégico que, finalmente, girará a roda do desenvolvimento brasileiro com plenitude e respeito científico.