20/06 | 2 anos de Coletivamente

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Autismo 3 não é simples

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Trabalhar com autismo nível 3 não é simples, e não deve ser feito no improviso. Aqui vão 4 pontos o que considero base mínima para atuar com esse público:

Crises agressivas
Não basta “acalmar”.
Você precisa dominar um protocolo de gerenciamento de crises que reduza riscos sem violar a dignidade;
Saber fazer análise funcional e intervir para que a crise não siga sendo o “recurso” de comunicação.

Comunicação alternativa
Prancha, cartões, apps, dispositivos simples.
Comunicação alternativa não impede a fala e é chave para reduzir agressividade e garantir direitos básicos (pedir, recusar, avisar dor).

Protocolos para quadros severos
Aprender a usar o Essential for Living (Essencial para Viver) ajuda a definir prioridades de ensino reais para a vida diária – não é teste diagnóstico, é ferramenta para intervenção.

Reforçamento bem estruturado
Em autismo nível 3, reforço social sozinho quase nunca dá conta.
Você precisa de estratégias consistentes de reforçamento, muitas vezes com economia de fichas na escola e na clínica.

Quer ver exemplos práticos de cada ponto?
Assista ao vídeo completo no canal da Luna ABA e me conta nos comentários qual desses quatro pontos hoje é o maior desafio na sua prática?

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