18 de junho | Dia Mundial do Orgulho Autista

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70 milhões de pessoas no mundo possuem TEA, Transtorno do Espectro Autista, também conhecido como autismo. É um distúrbio neurológico que afeta o desenvolvimento cerebral e atinge indivíduos no nascimento ou nos primeiros anos de vida. 

Em geral é reconhecido  na infância, mas há muitos adultos que não foram diagnosticados e que convivem e/ou sofrem com os sintomas do autismo. Estes são alguns sinais comuns observados em adultos:

1) Dificuldade na interação social: Dificuldade em manter conversas, interpretar pistas sociais, fazer contato visual adequado, compreender emoções e expressões faciais, ou estabelecer relacionamentos próximos.

2) Comunicação atípica. Dificuldade em iniciar e manter conversas, interpretar linguagem corporal e linguagem não verbal, compreender sarcasmo, ironia ou linguagem figurativa, ou adotar um tom de voz monótono.

3) Interesses restritos ou fixação incomuns e intensos por tópicos específicos, como colecionar objetos incomuns, foco em detalhes minuciosos, ou aderência rígida a rotinas ou rituais específicos.

4) Sensibilidades sensoriais a estímulos sensoriais, como ruídos altos, luzes brilhantes, texturas de alimentos ou toques leves, podendo resultar em reações intensas ou evitamento.

5) Dificuldades na mudança de rotina. Resistência a mudanças, necessidade de seguir rotinas predefinidas e dificuldade em se adaptar a situações imprevistas.

6) Hipersensibilidade ou hipossensibilidade emocional. Pode haver dificuldade em expressar ou reconhecer emoções em si ou nos outros, ou reações emocionais incomuns.

7) Habilidades motoras diferentes. Pode haver dificuldades com habilidades motoras finas ou grossas, como coordenação motora, equilíbrio ou movimentos estereotipados.

As causas exatas do autismo ainda não são totalmente compreendidas, mas há uma grande variedade de fatores de risco inespecíficos. Os principais são: idade parental avançada, baixo peso ao nascer ou exposição fetal a ácido valproico (uso durante a gestação). 

Estimativas de herdabilidade para o transtorno do espectro autista variam de 37% até mais de 90%. Atualmente, até 15% dos casos de transtorno do espectro autista parecem estar associados a uma mutação genética. 

FONTE: https://www.diariodepernambuco.com.br/colunas/diariomulher/2024/04/sinais-de-autismo-em-adultos.html

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