20/06 | 2 anos de Coletivamente

TEA

A desafiadora epilepsia

O transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do desenvolvimento neurológico, de início precoce, que causa dificuldades na interação social e comunicação; movimentos estereotipados podem estar presentes. O fenótipo do paciente com TEA pode variar enormemente, fazendo parte do espectro, tanto pacientes com deficiência intelectual (DI) grave como pessoas com quociente de inteligência (QI) […]

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Lembrança em bloco

No Centro do Rio de Janeiro, o bloco ‘Vem Cá, Minha Flor’, desfilou, anteontem, com fantasias floridas e abordando a conscientização sobre o autismo. Uma ala de bate-bolas destacou o tema com fantasias coloridas e peças de quebra-cabeça. Além disso, o bloco também fez uma homenagem à atriz Fernanda Torres por sua indicação ao Oscar

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Homenagem de bate-bolas

O Carnaval de Itaguaí ganhou um brilho especial este ano com a emocionante homenagem da turma de bate-bolas VGI (Velha Guarda de Itaguaí) ao autismo. Com fantasias ricas em detalhes e cores vibrantes, o grupo não apenas manteve viva a tradição carnavalesca, mas também trouxe uma importante mensagem de inclusão e conscientização. A VGI, composta este ano por Luciano Rodrigues,

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Desafios de carnaval

O período carnavalesco pode representar desafios para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias. Pensando nisso, especialistas do Centro Especializado em Transtorno do Espectro Autista (Cetea), unidade administrada pelo Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação (CIIR), em Belém (PA), reforçam a importância da previsibilidade, da regulação sensorial e da manutenção da rotina

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A prática é outra história

Se a faculdade tivesse dado toda a base, não veríamos tantas abordagens ultrapassadas e atendimentos que não consideram as reais necessidades motoras de crianças com TEA. A prática é outra história. O desenvolvimento motor no autismo exige conhecimento aprofundado, estratégias específicas e, acima de tudo, atualização constante. Se fosse simples, seria ótimo… Mas a gente

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Cabeça baixa, não!

Não é preciso entrarmos em nenhum lugar de cabeça erguida, mas certamente não deveríamos entrar de cabeça baixa. Se for para ajoelhar, que seja diante de Nosso Senhor e de Nossa Senhora. Para outros, ofereça um aperto de mão, um abraço, um sorriso. Se não receber o mesmo, tudo bem. Só não aceite o mal

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Psiquiatria nos anos 40 e 50

A psiquiatria nas décadas de 1940 e 1950 foi marcada por práticas médicas muitas vezes controversas e pela busca de novos tratamentos para transtornos mentais. Aqui estão alguns dos principais aspectos desse período:Créditos do video@oldestage Década de 1940 Hospitalizações em massa: Ainda era comum o confinamento de pacientes em hospitais psiquiátricos, onde muitos sofriam maus-tratos.

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O desafio da motricidade

Muita gente fica incomodada quando ouve isso, mas é a realidade: trabalhar na área motora com crianças com TEA vai muito além do que aprendemos na faculdade. Eu mesma saí da graduação com pouca ou quase nenhuma base para lidar com os desafios únicos desse universo. Foi só depois que percebi o quanto era importante

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Workshop à vista

Terminei de atender uma criança e, mesmo querendo conversar mais com os pais, o tempo não foi suficiente. Aqui na Neuropsicolux, entendemos que a devolutiva não acontece só no momento de orientação – ela é contínua, a cada final de sessão. Sabemos que os pais ficam ansiosos, preocupados e precisam participar ativamente desse processo. Ao

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