A criança virou uma agenda.
Horas, metas, intervenções, programas.
E, às vezes, no meio disso tudo, a gente esquece de perguntar uma coisa simples: como essa criança está vivendo tudo isso?
Mais horas nem sempre significam mais desenvolvimento.
Sem conexão, presença e sensibilidade para as diferenças individuais, a terapia pode virar só uma sequência de tarefas.
Criança não é protocolo.
Criança é relação.
Se você também sente que precisa de um olhar mais humano e menos engessado para a prática clínica, talvez a gente precise conversar.
Compartilhe
Criança é relação
Compartilhe
Roberta Caminha
Psicóloga, Ph.D pela PUC-RJ, com enfoque no estudo e na pesquisa de mestrado e doutorado em Autismo. Certificada em DIR/Floortime nível trainer pelo Profectum Institute. Certificada pelo Positive Discipline Association como educadora de pais, da primeira infância e de sala de aula
Veja todos os meus artigos
Veja também...
Isso é pra todo mundo conhecer a maior preocupação dos pais atípicos… A gente só quer ter essa certeza, de que vai …
Nem sempre a crise começa no grito, no choro intenso ou na agressão. Na maioria das vezes, ela começa antes. Começa no …
“Eu já vou, espere só um minutinho”. Essa frase do Raelzinho me parou. Estávamos ali, em nossas interações, e quando o mundo …