Compartilhe

Compartilhe

A criança virou uma agenda.
Horas, metas, intervenções, programas.
E, às vezes, no meio disso tudo, a gente esquece de perguntar uma coisa simples: como essa criança está vivendo tudo isso?
Mais horas nem sempre significam mais desenvolvimento.
Sem conexão, presença e sensibilidade para as diferenças individuais, a terapia pode virar só uma sequência de tarefas.
Criança não é protocolo.
Criança é relação.
Se você também sente que precisa de um olhar mais humano e menos engessado para a prática clínica, talvez a gente precise conversar.

Veja também...

Dr. Carlos Gadia, neurologia pediátrico, atende quase só pacientes autistas há 30 anos. Ele traz o raciocínio de quem fecha o diagnóstico …

* Com Lilian Ribeiro Há estudantes que parecem nos colocar diante de uma contradição. Na escola, apresentam dificuldades para ler, escrever, interpretar …

O número de contratações de profissionais neurodivergentes no Brasil cresceu 66% nos últimos dois anos, segundo levantamento realizado pela plataforma de contratação …