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A criança virou uma agenda.
Horas, metas, intervenções, programas.
E, às vezes, no meio disso tudo, a gente esquece de perguntar uma coisa simples: como essa criança está vivendo tudo isso?
Mais horas nem sempre significam mais desenvolvimento.
Sem conexão, presença e sensibilidade para as diferenças individuais, a terapia pode virar só uma sequência de tarefas.
Criança não é protocolo.
Criança é relação.
Se você também sente que precisa de um olhar mais humano e menos engessado para a prática clínica, talvez a gente precise conversar.

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