A criança virou uma agenda.
Horas, metas, intervenções, programas.
E, às vezes, no meio disso tudo, a gente esquece de perguntar uma coisa simples: como essa criança está vivendo tudo isso?
Mais horas nem sempre significam mais desenvolvimento.
Sem conexão, presença e sensibilidade para as diferenças individuais, a terapia pode virar só uma sequência de tarefas.
Criança não é protocolo.
Criança é relação.
Se você também sente que precisa de um olhar mais humano e menos engessado para a prática clínica, talvez a gente precise conversar.
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Criança é relação
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Roberta Caminha
Psicóloga, Ph.D pela PUC-RJ, com enfoque no estudo e na pesquisa de mestrado e doutorado em Autismo. Certificada em DIR/Floortime nível trainer pelo Profectum Institute. Certificada pelo Positive Discipline Association como educadora de pais, da primeira infância e de sala de aula
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