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Você já enfrentou crises agressivas nos seus pacientes ou filhos com Transtorno do Espectro Autista Nível 2 e 3 de suporte?

Pois é, pessoal, é um assunto pouco debatido e ainda com poucos profissionais, clínicas e médicos capacitados para o atendimento desta população. Quando falta um treino efetivo de comportamentos adequados pela Análise do Comportamento, baseada na Ciência ABA, ou quando falta, desde cedo, o treino de comunicação alternativa por fonoaudiólogos para crianças não vocais, elas acabam utilizando comportamentos como se bater ou agredir outras pessoas como forma de comunicação. Esses são os principais fatores que contribuem para as crises agressivas nesses casos.

Lembrem-se: crises agressivas não fazem parte dos critérios diagnósticos do Transtorno do Espectro Autista. Quando uma crise agressiva ocorre, é um sinal de que a pessoa está em sofrimento por não ter uma comunicação eficaz. Falo mais sobre isso no vídeo abaixo.

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