Ter características em comum com o autismo não significa, necessariamente, preencher critérios diagnósticos.
Ter hiperfoco, ser mais reservado, gostar de rotina ou se identificar com alguns traços não bastam, por si só, para definir um diagnóstico.
Quando falamos em TEA, não estamos falando apenas de características isoladas, mas de critérios clínicos que envolvem frequência, contexto e, principalmente, impacto real no funcionamento da vida da pessoa.
Esse é um ponto importante, especialmente quando o assunto é nível 1 de suporte, porque existe uma linha muito tênue entre se identificar com alguns traços e, de fato, preencher os critérios descritos no DSM-5.
Falar sobre isso com responsabilidade é essencial para que o diagnóstico não seja tratado de forma rasa.