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Uma das táticas que costumo adotar nos atendimentos que faço com pacientes dentro do espectro autista é dar um tempo para eles pensarem. E não, como muitas vezes eu vejo acontecer com outros profissionais, sugerir logo respostas para os estímulos. Ao meu ver, isso torna o atendimento de certa forma automático demais e impede que o paciente exercite o pensamento e percorra um caminho que julgo como importantíssimo, que é o do raciocínio. E que, muitas vezes, não é lógico. E isso é muito enriquecedor!. No vídeo abaixo, dou um exemplo bem prático. Espero que gostem!

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