Compartilhe

Compartilhe

Uma das táticas que costumo adotar nos atendimentos que faço com pacientes dentro do espectro autista é dar um tempo para eles pensarem. E não, como muitas vezes eu vejo acontecer com outros profissionais, sugerir logo respostas para os estímulos. Ao meu ver, isso torna o atendimento de certa forma automático demais e impede que o paciente exercite o pensamento e percorra um caminho que julgo como importantíssimo, que é o do raciocínio. E que, muitas vezes, não é lógico. E isso é muito enriquecedor!. No vídeo abaixo, dou um exemplo bem prático. Espero que gostem!

Veja também...

Para apoiar um aprendiz que enfrenta desafios na comunicação, o primeiro passo é avaliar com atenção o perfil comunicativo atual e entender …

Esse filtro não é fixo. Ele se calibra pelo que você repetidamente trata como importante. É por isso que uma mãe acorda …

Fisio, a criança autista que vinha bem fica irritada, agressiva ou se recusa a tudo de repente. A leitura fácil é comportamento. …