Muitas famílias passam pelo processo de negação ao descobrirem o diagnóstico do(a) filho(a) e, muitas vezes, tardam o processo de tratamento. Sabe-se que não é fácil romper com um filho idealizado, planejado por meses, e sobretudo com todas as críticas e todos os julgamentos que serão recebidos pela sociedade. No entanto, é extremamente importante entender que como tudo na vida, a aceitação e o rompimento com o ideal também é um processo, um aprendizado. Com isso, é necessário aceitar para cuidar, sendo fundamental lidar com o real, criando estratégias para trabalhar da melhor maneira com o possível. Lidar com o diagnóstico é compreender seu filho e sua filha em sua totalidade, tendo o entendimento de que o diagnóstico não é o fim, mas sim o começo e que um laudo não define uma criança, pelo contrário, permite o caminho para que ocorra o seu desenvolvimento.
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Filho idealizado
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Rebeca Collyer
Psicóloga com ênfase na educação, graduada pela PUC Minas (Poços de Caldas), especialista em transtorno do espectro autista e em neurociência pela Uninter, pós-graduada em ABA pelo Child Behavior Institute of Miami, com experiência na área de inclusão e educação inclusiva. Proprietária da Clínica Collyer Autismo, em Pouso Alegre (MG)
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