A inteligência artificial (IA) A pode ajudar muito na rotina clínica, mas ela não pode virar atalho para perder critério.
Use para organizar, estruturar e ganhar tempo em tarefas de apoio. E trate como regra: tudo que vira registro, orientação ou decisão clínica precisa passar por revisão humana, com base nos seus dados e no seu raciocínio.
Se você trabalha com ABA, esse tema já é parte do nosso dia a dia. A diferença está em como você usa.
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