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Impor limites é amar

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O que você vê como um “momento fofo” é, na verdade, o resultado de meses — às vezes anos — de construção.

Muitas vezes o autismo é romantizado, como se impor limites fosse sinônimo de falta de empatia. Mas a verdade é o oposto: impor limites é um dos maiores atos de amor que podemos ter.

Amar não é poupar meu filho do mundo, é dar a ele as ferramentas para que ele saiba viver nele. Não é sobre gritos, é sobre constância. É repetir a mesma regra pela milésima vez com o mesmo carinho da primeira.

A leveza que você vê hoje foi construída com muita firmeza e muita entrega. Se você também está nessa jornada, lembre-se: você não está sozinha. 

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