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“Meus textos são meus bebês”

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O escritor de textos não escreve à toa. Tem um propósito, seja este qual for. O meu está claro desde os 6 anos, quando escrevi minha primeira história fictícia. Nunca mais parei.

Já redigi de todas as formas, mas a minha paixão são crônicas, histórias ou textos curtos, mas concisos, cuja intenção é a de inspirar, informar ou chamar à reflexão.

Quando a criação de textos é ação diária, adquirimos um estilo único, como uma impressão digital ou assinatura invisível.

Meus textos são meus bebês. E que mãe não reconheceria um filho roubado? Ainda que um bebê cresça longe da mãe, que pintem seu cabelo e coloquem outros disfarces, a mãe sempre sabe que é seu.

Alguns “bebês” meus, portanto, foram violentamente sequestrados. Digo “violentamente” porque, durante o disfarce, arrasaram com ele; ficou ferido, sujo e feio.

Não é possível imitar um trabalho redacional sem acabar com a harmonia de um texto. Sinônimos, inversão de frases, inclusão de um parágrafo inédito (sem simetria linguística) não disfarçam a falta de originalidade de quem o copia.

A internet deu origem a “autores desconhecidos” – escritores geniais, injustamente não reconhecidos por plagiadores. A IA cria robôs. Textos iguais, teoricamente perfeitos, mas sem alma.

Um “Mago de Palavras” cria textos que brotam de sua mente criativa, tecnicamente habilitada e sempre autêntica – um talento original.

Apoiem os escritores, redatores de textos gerados por uma mente humana, não artificial.

Pratiquem o ato de redigir sem pedir ajuda à IA. Ela vai melhora o seu texto e o de 1 bilhão de pessoas da mesma maneira.

Seja único acima da perfeição.

Quem quiser se destacar, que o faça pela autenticidade – um dos bens mais escassos na atualidade.

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