Durante uma crise, o foco não é obediência. É segurança.
Quando a criança chega ao pico de uma crise, aumentar cobranças, discutir comportamentos ou transformar aquele momento em uma disputa de controle pode intensificar ainda mais a situação.
O profissional precisa saber quando intervir, como oferecer suporte e, principalmente, como analisar o que aconteceu depois.
O pós-crise também faz parte da intervenção: observar os gatilhos, identificar os sinais que apareceram antes e entender o que pode ser ajustado para prevenir novos episódios.
Porque um bom manejo não termina quando a crise passa. Ele gera aprendizado para que possamos construir estratégias cada vez mais seguras, humanizadas e eficientes.
Você já tinha pensado no pós-crise como parte da intervenção?
Acompanhe o perfil para mais conteúdos sobre prevenção e manejo de crises.