Compartilhe

Compartilhe

O papel machê e a papietagem me trouxeram uma visão totalmente diferente sobre arte e sustentabilidade.

No mais, me proporcionou um tipo de terapia que foi além das expectativas. O relaxamento, o tempo investido na produção e a “obrigatoriedade” de concentração fazem a gente viajar e acalmar o corpo e o espírito.

Estou formando na pós-graduação em arteterapia e é muito provável que eu vá investir nessa técnica para cuidados com a pessoa e a saúde mental.

Aos poucos, vou postando ideias, processos, entre outras curiosidades aqui.

Espero que gostem.

Veja também...

Dr. Carlos Gadia, neurologia pediátrico, atende quase só pacientes autistas há 30 anos. Ele traz o raciocínio de quem fecha o diagnóstico …

* Com Lilian Ribeiro Há estudantes que parecem nos colocar diante de uma contradição. Na escola, apresentam dificuldades para ler, escrever, interpretar …

O número de contratações de profissionais neurodivergentes no Brasil cresceu 66% nos últimos dois anos, segundo levantamento realizado pela plataforma de contratação …