Os autistas também se tornam adultos e muitas vezes lidam sozinhos com as suas questões. Ninguém deixa de ser autista ou simplesmente desaparece com as suas características. Diante disso, é de extrema importância que o indivíduo esteja em tratamento para que consiga manejar seus comportamentos, sua autonomia e sua independência.
Além da criança que recebe o diagnóstico precoce e cresce, tem-se também adolescentes e adultos que recebem um diagnóstico tardio e, por esse motivo, ficam anos sem entender seus comportamentos. Por isso, independentemente do diagnóstico ser precoce ou tardio, é importante pensar que os autistas crescem e envelhecem, necessitando de um tratamento qualificado. Não negligencie quem você é. Cuide-se!
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Os autistas crescem
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Rebeca Collyer
Psicóloga com ênfase na educação, graduada pela PUC Minas (Poços de Caldas), especialista em transtorno do espectro autista e em neurociência pela Uninter, pós-graduada em ABA pelo Child Behavior Institute of Miami, com experiência na área de inclusão e educação inclusiva. Proprietária da Clínica Collyer Autismo, em Pouso Alegre (MG)
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