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Popularização perigosa

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Em 2021, a psicóloga Margaret Sibley, professora da faculdade de medicina na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, e especialista em Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), começou a receber uma enxurrada de anúncios convidando-a a buscar ajuda para tratar o transtorno.

De testes que prometiam um diagnóstico em um minuto a jogos que permitiriam “zerar” o cérebro, tudo era obra de um mal-entendido algorítmico diante do histórico de pesquisas acadêmicas online de Sibley. Curiosamente, dois anos depois, o mesmo aconteceu comigo quando a entrevistei para esta reportagem.

Poucas horas depois da nossa conversa, que gravei no celular, passei a receber uma enxurrada de propagandas de aplicativos que prometiam me ajudar a lidar com o transtorno. Em menos de 24 horas, contei 20 anúncios, que iam de livros sobre o assunto a testes de diagnóstico em menos de um minuto — o mais chocante foi o que afirmou que tenho problemas de memória, sintomas de falta de atenção e de hiperexcitação emocional. Tudo porque marquei que “ocasionalmente” esqueço onde coloquei o celular, “ocasionalmente” esqueço o que acabei de ler e “nem sempre” gosto de receber críticas.

Mais do que assustar pela confirmação de que somos vigiados em nossos celulares, os anúncios evidenciam o fortalecimento de uma tendência observada por Sibley nos últimos anos: o TDAH está na moda, especialmente nas redes sociais. O transtorno — cujos principais sintomas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são falta de atenção e dificuldade para manter o foco, além de movimentos excessivos e inapropriados para o ambiente e impulsividade — é tema não só das propagandas, mas de conteúdo gerado pelos próprios usuários.

Sucesso nas redes

No Instagram, a hashtag #ADHD (TDAH na sigla em inglês) acumulou 3,8 milhões de publicações até o dia 29 de setembro; em português, foram 1,1 milhão. No TikTok, vídeos com a #ADHD tiveram mais de 30 bilhões de visualizações e, nos últimos 120 dias, o uso do termo “your ADHD type” (seu tipo de TDAH) teve um aumento de 1.150%.

Para além das hashtags, os diagnósticos também se multiplicam. “Dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças [CDC, na sigla em inglês] mostram que, desde o início de 2000, tem havido um aumento constante nos diagnósticos de TDAH em pessoas de todas as idades”, explicou Margaret Sibley. “E, de repente, de 2020 para 2021, a tendência acelerou de um jeito que pareceu anormal.”

De acordo com o CDC, o índice de mulheres com idades entre 15 e 44 anos e de homens de 25 a 44 anos com prescrição para estimulantes aumentou mais de 10% nesses dois anos. Não à toa, no ano passado, a Food and Drug Administration (FDA), departamento de controle de medicamentos e alimentos dos EUA, anunciou a escassez de remédios usados no tratamento — que seguem em falta.

Publicado no último dia 18 de setembro no periódico Pediatrics, um estudo realizado por pesquisadores do Centro de Pesquisa e Política de Lesões e do Centro de Intoxicação do Hospital Infantil Nationwide, em Ohio, nos Estados Unidos, concluiu que houve um aumento de 229% nos erros médicos entre 2000 e 20221 envolvendo TDAH no aís norte-americano.

A pesquisa se baseou em dados sobre a administração extra-hospitalar de remédios entre pessoas com menos de 20 anos. Os cenários mais comuns foram, nesta ordem: medicação inadvertidamente administrada duas vezes; administração de remédios de outra pessoa e administração da medicação errada. Aproximadamente 93% das exposições ao erro ocorreram em casa, sendo que a faixa etária de 6 a 12 anos corresponde a 67% dos relatos. No total, foram registrados 87.691 casos envolvendo medicamentos para TDAH como a substância primária no período e faixa etária analisados.

Adultos chamam a atenção

Mas chama a atenção também o fato de adultos estarem recebendo diagnósticos. Em abril, a cantora britânica Lily Allen, de 37 anos, disse em entrevista ao “The Times” que precisou se desconectar das redes sociais após ser diagnosticada com o transtorno. Em julho, foi a vez de a atriz e cantora brasileira Cleo revelar que havia descoberto o TDAH. Essa percepção é corroborada pela ciência. Uma pesquisa publicada em 2019 no periódico “Jama Network Open”, observou um aumento na incidência de TDAH em adultos nos Estados Unidos: de 9,43 casos a cada 10 mil pessoas em 2007 para 13,49 casos a cada 10 mil em 2016.

“Esse é um transtorno de neurodesenvolvimento que acompanha as pessoas ao longo da vida, com melhoras e pioras. Se a pessoa não o tinha lá atrás [na infância], ela não vai tê-lo depois; ou talvez tinha e não recebeu o diagnóstico”, aponta a psiquiatra Danielle H. Admoni, especialista em infância e adolescência e preceptora na residência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Segundo a OMS, o transtorno afeta entre 5% e 8% das crianças, e frequentemente perdura até a vida adulta.

Dados divulgados em março pelo Google Trends, ferramenta que mostra a evolução das buscas no Google ao longo do tempo, mostram que as pesquisas relacionadas ao TDAH dobraram no Brasil nos últimos dois anos. A alta nacional foi acima 100% — no resto do mundo, o aumento nas pesquisas foi de 60%. Nos 12 meses anteriores analisados, as perguntas que os brasileiros mais fizeram sobre o transtorno foram, em primeiro lugar, “O que é TDAH?” e, em segundo, “como saber se tenho TDAH?”.

Todo esse “hype” tem preocupado especialistas. Se por um lado é positivo o fato de ter contribuído para a redução do estigma, por outro pode estar levando a uma banalização da condição. “Me preocupo que a gente esteja com dificuldade de equilibrar o que é informação baseada em evidência, e essa ideia criada por colaboração coletiva do que seria o TDAH”, pondera Sibley. “Ambos deveriam dialogar e chegar a algo que ajude a definir a experiência moderna de uma pessoa com o transtorno, mas temo que estejam entrando em conflito. E isso pode gerar muita confusão sobre o que é TDAH.

Desde 1798

Descrito em 1968 na segunda edição do Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM, na sigla em inglês), organizado pela Associação Americana de Psiquiatria e considerado a principal referência de saúde mental, o TDAH é conhecido desde pelo menos 1798. Naquele ano, o médico escocês Sir Alexander Crichton publicou um livro no qual descreveu uma condição em que algumas pessoas facilmente se distraíam e perdiam o foco, com sintomas que começariam na infância.

Em 1844, o médico alemão Heinrich Hoffmann criou a história infantil Fidgety Phil (“Phil Inquieto”, em tradução livre), em que ilustra um conflito familiar durante um jantar causado pelo comportamento agitado de uma criança — imagem até hoje usada para representar o transtorno.

Mas foi só a partir de 1902 que o estudo científico sobre o TDAH começou a se consolidar. Em uma série de três palestras realizadas naquele ano no Royal College of Physicians de Londres, o médico Sir George Frederic Still descreveu o que chamou de “defeito de controle moral” observado em 20 crianças saudáveis e com inteligência normal. Entre os sintomas estavam impulsividade, falta de controle das emoções e incapacidade de sustentar a atenção. Trinta e quatro anos depois, a FDA aprovou a benzedrina, primeira anfetamina (medicamento estimulante) usado para tratar os sintomas do TDAH.

Padrão de desatenção

Publicado em 2013 e revisado em 2022, o DSM-5 descreve o TDAH como um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade que interfere com o funcionamento e desenvolvimento do indivíduo. Esses sintomas devem estar presentes por pelo menos seis meses, em ao menos dois ambientes diferentes (por exemplo, na escola e em casa) e causarem prejuízos significativos na vida social, acadêmica ou laboral. O guia classifica ainda o transtorno em três subtipos: com predominância de desatenção, com predominância de hiperatividade e impulsividade e com ambas as características.

O problema é que não se sabe ao certo as causas do distúrbio, o que poderia contribuir para a prevenção ou, pelo menos, um diagnóstico mais assertivo. Isso porque, apesar de bem classificados, os sintomas de TDAH são parecidos com os de muitos outros transtornos — e o distúrbio é também um fator de risco para comorbidades. “Então, só porque alguém também está deprimido, não significa que não tenha TDAH. Mas, às vezes, a depressão sozinha pode parecer TDAH para um olho destreinado”, observa Sibley. “É trabalho de detetive conseguir informações o suficiente sobre uma pessoa para tomar a decisão correta”.

A assistente administrativa paulistana Marina Martins Costa, de 31 anos, viveu isso recentemente. Durante a pandemia, ela passou a ter problemas de memória. Inicialmente, pensou ser sintoma de Covid-19, mas um ano depois, sem melhorar, decidiu buscar ajuda. “Fui na psiquiatra, ela disse que eu tinha transtorno de ansiedade generalizada, passou uma medicação e fui melhorando”, conta.

Vieram então os problemas de concentração — e a desconfiança de TDAH. “Quando eu era pequena, sempre percebi que era um pouco desatenta, cheguei a repetir o segundo ano do ensino médio, mas fui levando, porque na época [o TDAH] não era algo tão falado”, continua. “Como essa avaliação é muito cara e nenhum convênio cobre, a psiquiatra ficou adiando para ver se a medicação ajudava.” Um ano depois, resolveu fazer a avaliação.

Sessão com neuropsicóloga

Foram dez sessões com uma neuropsicóloga, cada uma de 50 minutos, em que ela fazia testes de vários formatos: de desenho a conhecimentos gerais, e até questionários sobre a infância e vida adulta. O custo total para obter o laudo ultrapassou R$ 2 mil. “Não é legal saber que tenho um transtorno, mas é como se eu me sentisse um pouco aliviada em saber que muitos dos meus problemas eram mais mentais do que características minhas”, afirma.

Com o tratamento, Marina identificou mudanças em seu próprio comportamento, além de melhora na atenção. “Eu gostaria que as pessoas soubessem que não é frescura, não é desculpa, que a pessoa tem força de vontade para fazer as coisas, mas simplesmente não consegue. Isso acaba gerando muito sofrimento”, conclui.

Segundo a psicóloga Fernanda Gonçalves, que trabalha com avaliação psicológica há 24 anos, hoje o diagnóstico de TDAH “não apavora”, pois já existem diferentes recursos para tratá-lo. Mas ainda há algumas barreiras. “O senso comum é de que o tratamento é simples, mas não é tão preto no branco”, reclama o administrador Yuri Maia, criador do canal TDAH Descomplicado, com 214 mil inscritos no YouTube e 216 mil seguidores no Instagram.

Isso porque o cuidado envolve uma abordagem multidisciplinar que vai além da medicação — essa, aliás, pode ter efeitos colaterais desagradáveis, como insônia e alterações de humor, além do risco de gerar dependência. “Precisamos de um tratamento completo, com adaptações na escola ou no trabalho, terapia semanal, mudanças de hábitos de vida e medicação”, explica Maia que, aos 40 anos e diagnosticado com o transtorno desde os 7, se transformou em uma espécie de “ativista do TDAH”, a ponto de concluir uma pós-graduação em Neuropsicologia e Problemas de Aprendizagem.

O custo disso tudo é alto. Só para a medicação, que não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), uma pessoa pode gastar entre R$ 50 (preço médio da caixa com 30 comprimidos de metilfenidato, mais conhecido como ritalina) e R$ 400 (valor da caixa de lisdexanfetamina, vendida com o nome de Venvanse, cujos efeitos são mais duradouros).

Em julho, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou no Brasil o primeiro medicamento à base de atomoxetina, que não é considerado estimulante e promete reduzir o risco de dependência. Ainda não há informações sobre o preço do remédio, que deve começar a ser comercializado em outubro. Nos Estados Unidos, ele custa em média US$ 120 (aproximadamente R$ 600).

Não é considerado uma deficiência

A questão demanda uma abordagem que também passa pela política. Embora o TDAH prejudique o desenvolvimento e dificulte a realização de determinadas tarefas, ele não é considerado uma deficiência — no Brasil, a Lei nº 13.146/2015, mais conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, considera pessoa com deficiência aquela que “tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”. Isso coloca os indivíduos com TDAH em uma espécie de “limbo” jurídico.

Há dois anos, uma nova lei especificamente voltada para o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade foi sancionada. A Lei nº 14.254/2021 dispõe sobre o acompanhamento integral para estudantes com TDAH ou outros transtornos de aprendizagem e estabelece que o poder público deve manter programas de acompanhamento para os alunos. Isso deve incluir diagnóstico e tratamento para os jovens e até apoio aos familiares.

No mesmo ano, foi criado o Projeto de Lei 2630/21, com o objetivo de criar uma Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TDAH, o que incluiria também adultos. “Hoje não existe nada que proteja o TDAH adulto no mercado de trabalho”, aponta Maia, que destaca a dificuldade dos pacientes de conseguirem permanecer na função por longos períodos.

Entre as adaptações sugeridas estão locais silenciosos para trabalhar e mudança de setor antes da demissão por baixa produtividade. “As coisas têm que ser feitas em paralelo, com projetos de lei para pessoas que foram corretamente diagnosticadas, e um trabalho no Ministério da Saúde para garantir acesso ao diagnóstico e à medicação”, opina.

Essa não parece ser a realidade nas redes sociais, onde o transtorno é visto mais como justificativa para determinados comportamentos do que uma condição complexa que exige cuidados específicos. “As pessoas têm falado bastante sobre TDAH. Verifico que boa parte delas, mais da metade, fala de maneira tranquila, mas em outras vejo bastante inconsequência”, reclama Yuri Maia. “Muitas pessoas têm comportamentos humanos que podem levá-las a crer que têm TDAH, mas é um problema assimilar comportamentos humanos a traços do transtorno, é quase um capacitismo. Ninguém tem ‘um pouco’ de TDAH.”

Na opinião da especialista da Universidade de Washington, existe um certo conforto psicológico em poder dizer “não estou tão bem quanto o meu vizinho, mas não é culpa minha, porque eu tenho essa condição.” “É uma mensagem muito empoderadora, mas também é um incentivo a se identificar com algo só porque ajuda você a fazer as pazes com sentimentos ruins que talvez tenha em relação a si mesmo”, explica Sibley.

A psiquiatra da Unifesp engrossa o coro, e completa destacando que o nível de exigência da sociedade atualmente pode levar muita gente a crer que tem TDAH. “Existe essa exigência de atenção, de manter o foco em um milhão de coisas, de saber o tempo todo tudo o que está acontecendo. Não tem como dar conta disso, você começa a deixar outras coisas de lado”, analisa Danielle H. Admoni. “A gente criou um padrão de exigência, de perfeição, de funcionamento e de metas que é inatingível”, pontua.

Na visão da psicóloga Fernanda Gonçalves, o que vemos hoje nas redes sociais seria uma espécie de fenômeno atualizado do que antes ocorria com a TV — sempre que personalidades públicas ou personagens em novelas falavam sobre algum tema de saúde mental, mais pessoas se reconheciam nos sintomas e buscavam avaliação. “Mas como não havia tanta informação pelo Google, as pessoas chegavam [ao consultório] dizendo ‘sou desatenta’. Hoje, ao invés de buscar um diagnóstico, a pessoa já chega com o nome do transtorno”, explica Gonçalves, que é autora de uma adaptação da Cyberchondria Severity Scale (Escala de Severidade de Cibercondria) para o contexto brasileiro.

Desenvolvida em 2014, a escala traz critérios como compulsão, aflição e confiança/desconfiança nos profissionais de saúde para diferenciar o comportamento saudável do não saudável em pesquisas na internet sobre informações de saúde.

A internet, é claro, está longe de substituir o aval profissional. Diante da explosão de conteúdo sobre o transtorno no TikTok, um grupo de pesquisadores canadenses decidiu averiguar a qualidade das informações publicadas nos vídeos.

Eles classificaram os top 100 vídeos mais populares sobre TDAH na plataforma como “desinformação”, “útil” ou “experiência pessoal”. E identificaram que somente 21% eram de fato úteis. “Médicos devem estar atentos à ampla disseminação de desinformação sobre saúde nas redes sociais e o impacto em potencial no atendimento clínico”, concluem os pesquisadores no artigo, publicado em 2022 no Canadian Journal of Psychiatry.

O risco mais evidente dessa onda de autodiagnósticos é as pessoas acabarem acreditando que têm uma patologia que, na verdade, não têm e tomarem medidas mais extremas, como a automedicação, ou assumirem comportamentos que não teriam.

Um caso curioso ocorreu durante a pandemia, no que ficou conhecido como surto de “tiques do TikTok”: depois de vídeos sobre a síndrome de Tourette viralizarem, adolescentes no mundo todo começaram a apresentar os sintomas de movimentos repetitivos incontroláveis ou sons indesejáveis característicos do distúbio neurológico. O caso foi investigado por pesquisadores do Canadá e da Inglaterra e, para alívio dos médicos — e dos pais —, os tiques desapareceram com a trend e à medida que os adolescentes voltaram à rotina normal de aulas presenciais.

Confusão com comportamentos

Outro risco — mais sutil e preocupante — é acontecer exatamente o oposto. “[É perigoso] quando as pessoas tratam um comportamento desadaptado como transtorno, ou narram aquilo como algo banal, como se entendessem que não precisam de cuidado para modelar ou extinguir aquele comportamento”, explica Gonçalves. “Os transtornos são como pessoas carentes. Quando você não cuida de um, ele puxa outro, e a chance de ter remissão sem cuidados é pequena. Ele não some, vai buscando um canal [para aparecer].” É mais ou menos o que aconteceu com Marina Costa: após anos sem tratamento para o TDAH, ele deu as caras como transtorno de ansiedade generalizada.

Para Sibley, não há nada de errado em buscar autoconhecimento e se perguntar se você tem TDAH ou outro problema de saúde mental. Mas é importante buscar a avaliação de um especialista, em vez de confiar somente nas redes sociais. “Se você está se questionando se tem TDAH, a primeira pergunta que deve fazer a si mesmo não é ‘eu tenho esses sintomas?’. E sim, ‘eu tenho grandes problemas na vida que exigem a ajuda de um médico?’”, orienta. A resposta dificilmente estará em vídeos do Tik Tok — ou em uma enxurrada de produtos sugeridos pelo Instagram.

FONTE: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/11/tdah-popularizacao-do-transtorno-nas-redes-sociais-preocupa-especialistas.ghtml

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