Quando alguém diz que investir em inclusão é “gastar demais”, eu sempre me pergunto: quanto custa a exclusão?
Quanto custa uma criança crescer ouvindo que é “estranha”?
Quanto custa um adolescente abandonar a escola porque nunca foi acolhido?
Quanto custa um adulto passar anos sem diagnóstico, acreditando que havia algo de errado com ele?
Como autista, eu conheço de perto o peso do preconceito. Como estudante de psicologia, também sei que excluir pessoas gera consequências que vão muito além do financeiro.
Inclusão não é caridade. É uma forma de permitir que mais pessoas estudem, trabalhem, convivam e tenham qualidade de vida.
O verdadeiro desperdício não é investir em acessibilidade.
É aceitar que milhares de pessoas continuem perdendo oportunidades por falta de compreensão.
Compartilhe esta mensagem. Talvez ela ajude alguém a enxergar que inclusão não é um custo. É um investimento em uma sociedade mais justa.