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Você já parou para pensar que o que é “normal” para você pode ser sofrimento para outro? O barulho constante não é apenas um detalhe para quem tem transtorno do espectro autista. É como viver em um lugar onde o cérebro nunca desliga. Onde não existe pausa. Onde cada ruído se soma até virar exaustão.

E quando a pessoa sai do ambiente, tampa os ouvidos ou demonstra irritação… Muitos julgam. Mas não é falta de educação. Não é rebeldia. É sobrecarga sensorial.

Inclusão não é apenas permitir estar. É adaptar para acolher.

Você já presenciou alguém sendo julgado por isso? Compartilhe para gerar mais consciência.

“ESTE TEXTO FOI TIRADO DA INTERNET POIS TEM DIAS QUE MEU CÉREBRO NÃO CONSEGUE PENSAR PARA ESCREVER”

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