A transição para a vida adulta ainda é um dos maiores desafios no TEA, especialmente para indivíduos que requerem suporte mais intenso.
A oferta de residências assistidas, clínicas especializadas e modelos de cuidado de longo prazo é extremamente limitada no Brasil e no mundo.
Falar sobre intervenção não é suficiente; precisamos discutir trajetórias de vida, autonomia possível e redes de suporte que acompanhem essa pessoa ao longo dos anos.
O que você acredita que falta para avançarmos nesse cuidado?