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Um risco (bem) aumentado

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Jovens adultos com TEA apresentam um risco aumentado de problemas de saúde devido à dificuldade de comunicação, interesses limitados, déficits sensoriais e estilos de vida sedentários. Além disso, 72% das crianças com TEA apresentam comorbidade psiquiátrica.

A prevalência de depressão em adolescentes com TEA é aproximadamente sete vezes maior do que nos adolescentes sem TEA. Incentivar a implementação de intervenções que trabalhem para melhorar a depressão pode ser desafiador para qualquer população, mas ainda mais difícil para jovens com TEA devido a características associadas à sua deficiência.

Há uma crescente conscientização de que a atividade física é extremamente importante para o avanço do bem-estar geral, incluindo a promoção da saúde mental positiva. O exercício não apenas aumenta os níveis de endorfinas e neurotransmissores vitais, como serotonina, noradrenalina e dopamina, mas a atividade física também cria confiança na capacidade de lidar com estressores da vida.

Há um reconhecimento de que, em alguns casos, o exercício funciona bem como antidepressivos. O exercício regula todos os mesmos neurotransmissores alvos de antidepressivos e o exercício pode ser tão bom quanto a medicação. Pesquisas revelaram que apenas dez minutos de exercício podem melhorar imediatamente o vigor e o humor em indivíduos saudáveis.

O exercício físico é um excelente remédio, e o melhor: não vende na farmácia!

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