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Os pais de uma criança diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA), de apenas 7 anos, ganharam na Justiça um processo movido contra a operadora de saúde Amil. Após diagnóstico do filho, eles foram informados que havia uma limitação no número de sessões cobertas pelo plano.

No entanto, conforme especialista, o tratamento inclui terapias e o número de sessões necessárias varia de acordo com cada caso. Com isso, a família processou a operadora de planos de saúde e comprovou através de laudos, a necessidade de tratamento com as terapias psicológicas indicadas.

Em decisão do juiz Alexandre Antonio José de Mesquita, da 3ª Vara de Justiça da Comarca de Santa Inês, no Maranhão, a Amil foi condenada a arcar integralmente o atendimento psicológico. Além disso, a operadora deverá pagar R$ 15 mil por danos morais, além do reembolso das despesas já realizadas com o tratamento.

Fonte: Site BNews

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