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No filme “O melhor torcedor do mundo” (2022), Lucas, um menino autista, explica para a sala de aula o que significa ser autista. De forma simples e genuína, ele compartilha suas percepções, seus desafios e como lida com o mundo ao seu redor.

Podemos ter a melhor literatura, os termos mais bem escolhidos e as explicações mais didáticas, mas nada se compara ao impacto de ouvir um autista falando sobre a sua própria experiência.

Essa cena nos lembra da importância de darmos voz e enxergarmos autistas como protagonistas de suas próprias histórias. São eles que podem expressar, com autenticidade, seus desafios, angústias, desejos e capacidades.

O espectro autista é amplo e diverso, cada vivência é única e merece ser ouvida e respeitada… E não poderia ser mais bem comunicada do que pelo próprio indivíduo.

Também reforça a necessidade de promover a comunicação no TEA, garantindo que cada autista tenha meios de se expressar – seja por fala, comunicação alternativa ou qualquer outra forma que faça sentido para ele.

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