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Habilidades sociais são comportamentos que usamos todos os dias para nos relacionar com os outros, como iniciar uma conversa, dividir brinquedos, pedir ajuda, fazer amizades ou lidar com frustrações. Elas não surgem “naturalmente” para todo mundo. Por isso, precisam ser ensinadas, praticadas e reforçadas, especialmente para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).

No TEA, há diferenças neurológicas que afetam diretamente a comunicação e a interação social. Isso não significa que a criança não queira se relacionar, mas sim que ela precisa de ajuda para aprender a fazer isso. E ensinar essas habilidades não é um luxo: é uma necessidade ligada ao bem-estar, à inclusão, ao desenvolvimento emocional e à qualidade de vida.

Estudos mostram que o ensino sistemático de habilidades sociais pode reduzir comportamentos-problema, aumentar a autoestima e promover maior autonomia. Crianças que aprendem a se comunicar e se conectar com os outros são, em geral, mais felizes, mais participativas e melhor compreendidas.

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