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Inglês como ferramenta

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Ele está nos desenhos, nas músicas, nos nomes dos personagens, nos filmes e na maior parte do universo infantil. O idioma inglês está presente no dia a dia das crianças e, para explorar as potencialidades e fornecer recursos para a evolução do aluno, o Centro de Referência Municipal em Autismo Marlene Felício Faria (CRMA), no Centro de São Gonçalo, Rio de Janeiro, está oferecendo aulas do idioma para seus atendidos.

O intuito não é fazer uma aula inicial de inglês. A professora Nathalia Mantovani explica que muitos alunos da unidade são autodidatas na língua, quando possuem hiperfoco no assunto. Por isso, a aula, muitas vezes, já ocorre em inglês avançado, com assuntos diversificados que trabalham ainda mais as potencialidades dos atendidos. “A terapia de Vivências em língua inglesa lida com os autistas que possuem habilidades em linguagem, onde as crianças já possuem o conhecimento prévio, com uma facilidade muito grande. O foco não é começar do zero, mas trabalhar o idioma a partir do conhecimento que o aluno já tem, ampliando o vocabulário, com atividades lúdicas, jogos e dramatização”.

“Tenho alunos aqui que já têm o atendimento feito todo em inglês. É muito impressionante ver o desenvolvimento na língua e como eles também evoluem em outras terapias, temos alguns alunos que são fluentes no idioma”, afirmou a professora.

O aluno Theo Matos, de 8 anos, demonstrou o interesse pelo inglês e logo foi incluído nas aulas. Sua mãe, Lucymari Matos, comemora cada conquista e entende a importância das terapias do CRMA no desenvolvimento do aluno. “Ele evoluiu bastante nos três anos que está aqui, os profissionais são muito atenciosos e trabalham de acordo com o desenvolvimento de cada criança. Achei muito interessante para ele começar na aula de inglês porque ele vê muitos desenhos animados e é fã, então o desenvolvimento está sendo muito bom”, disse ela.

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