Compartilhe

Compartilhe

O jeito como você enxerga o comportamento muda tudo na sessão.
Se você vê “birra” e “teimosia”, tende a corrigir e confrontar… E a crise cresce.
Se você vê comunicação, você muda a pergunta: não é “por quê?”, é “pra que serve?”.

Comportamento tem função (e função se testa com observação e dado).

Passo a passo para você seguir:

1. Descreva o que aconteceu (sem rótulo).
2. Observe antes e depois (o que dispara? o que mantém?).
3. Ensine alternativa: ajuste antecedente, ensine habilidade e fortaleça o repertório certo.

Simples, né? Menos improviso. Mais clareza. Menos desgaste. Mais resultado.

Veja também...

Dr. Carlos Gadia, neurologia pediátrico, atende quase só pacientes autistas há 30 anos. Ele traz o raciocínio de quem fecha o diagnóstico …

* Com Lilian Ribeiro Há estudantes que parecem nos colocar diante de uma contradição. Na escola, apresentam dificuldades para ler, escrever, interpretar …

O número de contratações de profissionais neurodivergentes no Brasil cresceu 66% nos últimos dois anos, segundo levantamento realizado pela plataforma de contratação …