Nem todo comportamento desafiador deve ser combatido. Muitas vezes, ele precisa ser substituído por uma forma mais adequada de alcançar o mesmo objetivo.
É exatamente essa a lógica do reforço diferencial: identificar a função do comportamento e fortalecer alternativas mais apropriadas, em vez de reforçar respostas que geram prejuízo.
Essa é uma prática baseada em evidências e amplamente utilizada na intervenção com pessoas autistas.