Compartilhe

Vamos falar de autodefesa

Compartilhe

Nem sempre conseguimos controlar o ambiente. Mas podemos fortalecer quem vive nele.

Falar de autodefesa, especialmente quando pensamos em pessoas autistas — e, sobretudo, em mulheres autistas — é falar de segurança, de proteção, de autocuidado e, acima de tudo, de autonomia.

É reconhecer que, sim, pessoas autistas estão mais expostas a situações de risco: abuso, violência, bullying, intimidações. E, muitas vezes, sequer recebem orientações práticas sobre como se proteger.

Por isso, a autodefesa precisa ser ensinada — de forma acessível, respeitosa e adaptada às particularidades de cada pessoa.

Autodefesa vai muito além de saber lutar. É sobre reconhecer sinais de perigo, se posicionar, desenvolver consciência corporal e saber, com clareza, que você tem direito de se proteger.

Compartilhe essa ideia. Ela pode fazer a diferença na vida de alguém.

Veja também...

Dr. Carlos Gadia, neurologia pediátrico, atende quase só pacientes autistas há 30 anos. Ele traz o raciocínio de quem fecha o diagnóstico …

* Com Lilian Ribeiro Há estudantes que parecem nos colocar diante de uma contradição. Na escola, apresentam dificuldades para ler, escrever, interpretar …

O número de contratações de profissionais neurodivergentes no Brasil cresceu 66% nos últimos dois anos, segundo levantamento realizado pela plataforma de contratação …