Os maiores e mais intensos vínculos não se desfazem com a despedida. Permanecem nas lembranças que nos acompanham, nos gestos que herdamos, nas palavras que ainda nos visitam e naquilo que, sem perceber, levamos adiante porque um dia compartilhamos a vida com alguém.
A saudade é também a lembrança de que algo bonito aconteceu. De que houve encontros e vivências que nos transformaram, afetos que nos fizeram melhores e pessoas cuja passagem por nossa vida deixou marcas que nem o tempo é capaz de apagar.
No fim, talvez seja isso que permaneça: não o tempo que tivemos, mas o amor que coube nele.