Carolina Quedas

Pós-doutora pela Unicamp, doutora e mestre em distúrbios do desenvolvimento pela Mackenzie, pós-graduada em psicomotricidade, pós-graduada em Análise do Comportamento Aplicada e pós-graduada em Neurofuncional. Terapeuta Denver pelo Mind Institute. Fisioterapeuta, profissional de educação física e pedagoga

Atenção à hipotonia

Precisamos olhar com mais atenção para a hipotonia. A hipotonia afeta diretamente o controle motor, a estabilidade postural e a execução de movimentos. Crianças com baixo tônus muscular podem apresentar dificuldades em atividades básicas, como sentar, caminhar e manter o equilíbrio, falar, respirar, dormir… Diferentemente do que a maioria das pessoas ainda pensa, essa condição […]

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Checklist que funciona

Avaliar pacientes na área motora no TEA é fundamental para uma intervenção eficaz! No vídeo abaixo, veja mais sobre meu ponto de vista acerca dos três checklist que uso para garantir uma boa avaliação e assim conseguir entender as necessidades de cada criança autista e criar um plano de tratamento estratégico.

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Cuidado com a área motora

Aqui falo muito sobre a área motora no TEA, mas independentemente da sua área de atuação como fisioterapeuta, você precisa entender sobre autismo. Seu paciente de ortopedia pode ser autista. Seu paciente de respiratório pode ser autista. E você, como um profissional de excelência, precisa saber como abordar esse paciente utilizando ferramentas e abordagens baseadas

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Erros na avaliação

Essa avaliação abaixo foi uma demanda que a família trouxe pra mim com a queixa de já estar em tratamento há um tempo e não ter resultado. Claro, existem muitas coisas erradas aqui nessa avaliação, mas quero focar apenas na mais comum: usar avaliações de PC em pacientes TEA que não têm paralisia associada. Testes

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Visão mais ampla do paciente

Muitas vezes chegamos preparados para atender, com todo o planejamento impecável, e, na hora do atendimento, nada parece dar certo. A primeira atitude é se desesperar e acreditar que aquela é uma sessão perdida. Mas deixa eu te falar uma coisa: “Ser profissional também é ser humano.” É também dar atenção, amor, carinho, abraço e

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Fisioterapia sim, senhor

Sabe por que não indicam fisioterapia para acompanhamento de pessoas no espectro autista? Simplesmente por desconhecimento do que essa intervenção pode acarretar de melhorias no quadro do paciente e, por conseguinte, da qualidade de vida dele e da família. É preciso derrubar alguns mitos que envolvem o autismo e esse é um deles. Acompanhem o

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Atenção aos testes

Mesmo sendo utilizado em avaliações motoras, esse teste, o GMFM (Medida da Função Motora Grossa), não se aplica às dificuldades motoras no autismo por várias razões: a) Falta de sensibilidade: não é sensível o suficiente para identificar diferenças no desenvolvimento motor de crianças com TEA, que apresentam muitas vezes padrões de movimento atípicos e variados.

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O sofrimento é de todos

Se o profissional sofre, imagina o paciente e as famílias que depositam seu futuro na intervenção. Trabalhar com TEA não é uma tarefa fácil, costumo dizer que é uma missão. Você dedica boa parte do seu tempo em estudos, pesquisas e atenção. Esses dias, estava no sofá de casa e uma família supervisionada enviou mensagem.

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É fundamental ter metas

Para tudo na vida precisamos de metas, inclusive para ser um bom profissional. Com seu paciente não será diferente, mas para isso você precisa entender o que ele consegue fazer, como faz e em que ele pode ser melhorado. E nada melhor do que uma boa avaliação para dar todas essas informações e direcionar a

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