20/06 | 2 anos de Coletivamente

Deborah Kerches

Neuropediatra especialista em TEA e mestra em Análise do Comportamento (PUC-SP). Pós-graduada em psiquiatria. Palestrante, autora do best-seller "Compreender e acolher: transtorno do espectro autista na infância e adolescência" e coordenadora editorial dos best-sellers "Autismo ao longo da vida" vol 1 e 2. Madrinha do projeto social Capacitar Para Cuidar em Angola.

Pergunta que muitas se fazem

Para muitas mulheres autistas no nível 1 de suporte, essa é uma pergunta frequente — vinda de outras pessoas ou até de si mesmas: “Por que você está tão cansada”. O cansaço parece não ter explicação e, para quem observa de fora, pode soar como “exagero”. No contexto do transtorno do espectro autista (TEA), essa […]

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O retrocesso do governo

O Ministério da Saúde discute centralizar o tratamento do autismo na saúde mental do SUS. O transtorno do espectro autista (TEA) não é transtorno mental — é uma condição do neurodesenvolvimento, caracterizada como deficiência. Tratar o TEA como uma questão exclusivamente psiquiátrica é um retrocesso: não garante assistência adequada e não respeita os direitos das

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Vamos focar no que foi feito

Às vezes, estamos tão focados no que ainda falta que esquecemos de olhar o quanto já percorremos. Nem sempre o caminho é fácil.Nem sempre conseguimos avançar o tanto que gostaríamos.Mas, quase sempre, há um bom trajeto deixado para trás – conquistas que merecem ser reconhecidas.Nada foi em vão. Os grandes caminhos se constroem com pequenos

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Que se combata a fraude

O Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) é um direito constitucional (CF/88, art. 203, V) destinado a pessoas com deficiência e em extrema vulnerabilidade. Para muitas famílias, é a única renda para garantir alimentação, moradia e cuidados básicos. Mesmo o governo reconhecendo que condições permanentes — como autismo e deficiência intelectual — não têm cura e

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Muito além dos rótulos

Esse relato simples, mas carregado de sensibilidade, contribui para a desconstrução dos estereótipos associados ao transtorno do espectro autista (TEA). Traz um pouco do convívio real — sem mediações, sem filtros e sem idealizações. Fábio destaca não apenas a inteligência do colega, mas a originalidade com que ele abordava os trabalhos acadêmicos. Um tipo de

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Empatia na volta às aulas

O retorno às aulas após as férias de julho pode parecer simples para muitas famílias, especialmente quando não há grandes mudanças aparentes. Porém, para algumas crianças — em especial aquelas no espectro autista — esse momento representa um verdadeiro recomeço, repleto de incertezas e desafios. A previsibilidade é um aspecto fundamental para o bem-estar dessas

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Rigidez comportamental

A rigidez comportamental – ou inflexibilidade cognitiva – é uma característica amplamente descrita no transtorno do espectro do autismo e está associada a dificuldades significativas na adaptação a mudanças, quebra de rotinas e enfrentamento de situações inesperadas. Essa rigidez costuma ser uma das formas que a pessoa autista encontra para buscar “controle” diante do ambiente,

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Humildade e reavaliação

Persistir não é permanecer no mesmo lugar. É ter humildade para reavaliar, disposição para recalcular e coragem para recomeçar — quantas vezes for preciso. Há momentos em que seguimos por caminhos traçados com convicção… Mas, no meio do percurso, algo pode nos convidar a parar, repensar, ajustar. Nem sempre por escolha, às vezes por necessidade.

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Vamos falar de autodefesa

Nem sempre conseguimos controlar o ambiente. Mas podemos fortalecer quem vive nele. Falar de autodefesa, especialmente quando pensamos em pessoas autistas — e, sobretudo, em mulheres autistas — é falar de segurança, de proteção, de autocuidado e, acima de tudo, de autonomia. É reconhecer que, sim, pessoas autistas estão mais expostas a situações de risco:

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Com elas é diferente

Nem sempre os sinais do autismo se manifestam da forma como a maioria imagina — especialmente quando falamos de meninas. Por apresentarem comportamentos “mais sutis”, com maior capacidade de adaptação, imitação social e respostas aparentemente eficientes às interações e à linguagem, muitas meninas autistas acabam passando despercebidas na infância. Os sinais muitas vezes ficam ocultos

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